Também
chamada Conteira, é originária da região dos Himalaias e foi introduzida
nos Açores em meados do século XIX. Nos anos em que os temporais
destruíam as colheitas e acabados os mantimentos de reserva, a
população socorria-se dos tubérculos desta planta secando-os e
transformando-os em farinha com que se fazia uns bolos para matar
a fome. Hoje, e apesar de se ter transformado numa "das maiores
ameaças para a flora indígena" (in SJÖGREN, ERIK: AÇORES -
FLORES), é apreciada pela sua beleza, odor e doçura das suas flores,
que as crianças adoram sugar. |
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